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Saae pede a colaboração da população para o descarte do lixo


Publicado em: 11/12/2013 11:34 | Autor: Saae Barra Mansa

 

11/12/2013

 

A preocupação diante do descarte inadequado de resíduos sólidos volumosos em Barra Mansa fez com que o prefeito Jonas Marins se reunisse nesta terça-feira, dia 10, com o diretor executivo do Saae BM (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Horácio Delgado, e com a coordenadora de Resíduos Sólidos do Saae BM, Elba Carvalho. O objetivo da reunião foi viabilizar meios para a conscientização da população.

Durante o encontro ficou em evidência a necessidade do apoio dos munícipes para o descarte correto do lixo, como sofás, armários e grandes recipientes domésticos, uma vez que a responsabilidade da remoção dos resíduos sólidos volumosos é do morador. “Utilizamos em torno de R$ 200 mil, por mês, de recursos municipais para a retirada e descarte de resíduos volumosos por falta de conhecimento ambiental da população”, advertiu Elba Carvalho.


Uma das alternativas utilizadas para solucionar o problema foi a redução de aproximadamente 60% do valor do aluguel cobrado pelas empresas de caçambas de lixo. O convênio estabeleceu o preço fixo de R$ 90,00 para pessoas físicas, desde outubro deste ano. Antes o valor praticado era de até R$ 300,00. “A população deve se conscientizar de que o Saae é responsável pela limpeza urbana, coleta do lixo doméstico e pela coleta seletiva”, explicou Horácio Delgado, informando que as empresas conveniadas são a Leprest (3328-9377), Locbama (3323-2621), Saca Entulho (33225-5464) e Suga Entulho (3323-3806).

Após a limpeza final dos bairros, o Saae BM realizará um trabalho de conscientização com os moradores para que seja intensificada a fiscalização. A partir daí, o órgão emitirá notificações, podendo aplicar multas para aqueles que realizarem o descarte inadequado dos resíduos de grande porte. “Pedimos a colaboração dos cidadãos, que podem nos ajudar denunciando qualquer descarte irregular”, destacou Horácio, acrescentando que o telefone para as denúncias é o (24) 3322-6195.

Outro assunto tratado durante a reunião foi o vandalismo praticado na época das manifestações e greves. Neste período foi necessária a troca de 300 pequenos coletores de lixo. “O prejuízo foi de aproximadamente R$ 60 mil, já que cada unidade de coletor custa, em média, R$ 200,00. A população deve se conscientizar, pois essa quantidade de dinheiro poderia ter sido utilizada para a intensificação dos serviços em outros setores”, esclareceu a coordenadora de Resíduos Sólidos, informando ainda que, durante o período de festas, também são danificados os coletores.


Fotos: Gabriel Borges